Surgistes como um clarão reluzente..
Cegando-me as vistas de repente.
Teu verso, meu Cadáver querido..
Trouxeram a vida, um “eu” esquecido.
Tristemente incompreendido..
Discípulo “Augustiano” sentimento..
Onde a artéria motora rompida..
Inunda o mais impuro tecido.
Matemático, boêmio e roqueiro..
Em suas arestas imperfeitas...
Uma vontade: que surja o isqueiro...
É preciso re-inventar a melodia..
Ele necessita de arte...de prazeres...
Ele inspira a mais doce e medonha poesia.
by Maraísa Bovary ( Sua flor de Cemitério rs)
sábado, 1 de agosto de 2009
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